terça-feira, 23 de novembro de 2010

Duas Cruzes - O Filme

Mais um filme no litoral \o/



E após o sucesso do curta-metragem "O Maestro da Areia", a praia de Cidreira vai ter mais um curta-metragem gravado aqui pelos Estúdios da Casa da Cultura do Litoral.

O curta-metragem "As Duas Cruzes" foi selecionado para o projeto Revelando os Brasis, a partir da lenda que foi enviada pela Lizzi Barbosa, que fará a direção das filmagens.

A Cia. Teatral Palco d'areia foi convidada para compor o elenco, e em breve vocês poderão assistir mais um filme feito aqui, no nosso litoral !

Confira como andam as filmagens e preparativos do filme no blog: http://duascruzes.blogspot.com/

Não Percam!!!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Oficina de teatro

Quer fazer teatro ? Inscrições abertas para oficina de Teatro com a Cia. Teatral Palco d'Areia! Confira!!!



Informações: Oscar (51) 8142-9400, Natália (51)9167-2930

Venha fazer teatro com a gente!

domingo, 26 de setembro de 2010

Extra! Extra! Abertura da Casa da Cultura em Tramandaí

Agora em outubro de 2010 reiniciarão as atividades da Casa da Cultura do Litoral em Tramandaí.

Aulas de Capoeira, Oficinas de Teatro, Mostras de cinema alternativo, Aulas de violão, apresentações musicais, e muito mais!

Fiquem ligados no blog que em breve eu postarei aqui a programação!



Casa da Cultura do Litoral - Núcleo Tramandaí
Rua Candido Osório da Rosa, 65 (na rua da Ferragem Central)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Os Clowns vem aí


Se preparem que em breve tem novidade no Palco d'Areia. Os clowns Zé Corvina, Malaquias e muitos outros estão se preparando para uma apresentação que você não pode perder.

Pra quem não sabe há uma clara diferença entre o "clown" e o palhaço (também chamado de bufão).Embora os dois tenham muitas semelhanças, a principal diferença é a mensagem que cada um quer passar e as ferramentas que utiliza para isso.

Ambos são exagerados, mostram os sentimentos de forma aberta e se comportam de maneira infantil na maioria dos casos.

Entretanto o bufão normalmente se dedica ao trabalho mais árduo e difícil que é fazer rir. Para isso usa e abusa da fala alta, das piadas, das jocosidades consigo mesmo, dos erros e trapalhadas que ocorrem um atrás do outro.

Já o clown, não necessariamente precisa fazer rir, também pode muitas vezes ser dramático. Para o clown a fala é desnecessária. Não há contação de piadas, ou números super elaborados. O que vale para o clown é a manifestação do sentimento puro, seja ele qual seja. O clown é bobo, infantil, e é aí que está toda a sua beleza.

Não percam a festa dos clowns que a Cia. Teatral Palco d'Areia está organizando.

Em breve na Casa da Cultura do Litoral em Tramandaí!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Commedia dell'arte

A Cia. Teatral Palco d'areia vem desenvolvendo estudos a cerca do genêro de Commedia dell'arte, que será utilizado na peça teatral "Nem pão, nem circo...", com estréia prevista para agosto de 2010.
A peça fala sobre os impactos que as atividades culturais tem no cotidiano de uma população e nas dificuldades que sofrem aqueles que decidem viver da arte.

A commedia dell'arte caracterizava-se pela criação colectiva. Os atores apoiavam-se em um roteiro pré-determinado e improvisavam os diálogos e a acção, deixando-se levar ao sabor da inspiração do momento, criando o tão desejado efeito humorístico.

Eventualmente, as soluções para determinadas situações foram sendo interiorizadas e memorizadas, pelo que os actores se limitavam a acrescentar pormenores que o acaso suscitava, ornamentados com jogos acrobáticos.

A commedia della'arte teve origem na Itália, onde seus precurssores desenvolveram um teatro crítico feito com base na improvisação a cerca da realidade atual em que eles se encontravam.

Com o passar do tempo as técnicas modificaram-se de um lugar para o outro, mas alguns dos personagens se eternizaram, como é o caso de Arlequim, Colombina, Polichinelo e o Capitão Matamoros.
A peça "Nem Pão, Nem Circo..." foi escrita pelo autor paulista Pedro Carvalho, morador de Imbé no Rio Grande do Sul e será dirigida pelo gaúcho Oscar de Lima.